Na Idade Média -Cynara Menezes 8 de outubro de 2010 às 1:47h
Sem qualquer relação com o problema que leva milhares de mulheres à morte todos os anos, o debate sobre o aborto virou uma arma dos conservadores
Em 3 de outubro, um domingo, os brasileiros acordaram cedo, votaram, decidiram democraticamente pelo segundo turno das eleições presidenciais e foram para a cama no século XXI. Mas acordaram no dia seguinte em plena Idade Média, com a religião e o aborto no centro do debate político. Como a eleição termina no dia 31, em pleno Halloween,nas redes sociais a candidata do PT, Dilma Rousseff, passou a ser tratada por seguidores de José Serra, do PSDB, como uma bruxa a quem será preciso queimar. O clima inquisitorial, patrocinado não só por evangélicos, como chegou a se publicar, mas também por alas conservadoras da Igreja Católica, é estimulado pelos tucanos e democratas, que pretendem focar a campanha no tema.
Quando o Brasil foi dormir naquela noite, o aborto era uma questão séria de saúde pública. Realizado clandestinamente, é o responsável por 15% das mortes maternas no País, a quarta causa de óbito de mulheres durante a gestação. São realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mais de 180 mil curetagens por ano, grande parte delas causada por abortos malsucedidos. De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade de Brasília, mesmo proibido por lei, uma em cada cinco brasileiras com menos de 40 anos expeliu do corpo um feto por vontade própria.
Ao acordar na segunda-feira 4, o brasileiro deparou-se com a notícia de que esse grave problema havia se transformado num trunfo para tentar mudar o resultado das eleições, nas mãos de religiosos e políticos conservadores. Uma trama foi urdida nos subterrâneos do catolicismo mais arcaico para prejudicar a candidata Dilma Rousseff, retroalimentada pelos adversários eleitorais. A própria mulher do candidato José Serra, Mônica, chegou a dizer a um evangélico no Rio de Janeiro, em meados de setembro, que a petista “gosta de matar criancinhas”. Impossibilitados de atingir as classes mais baixas com algum halo de programa de governo, democratas e tucanos apelam para o aborto e para a religião em busca dos votos da classe C.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Artigo Leonardo Boff – O Brasil ainda esta em construção.
O Brasil está ainda em construção. Somos inteiros mas não acabados. Nas bases e nas discussões políticas sempre se suscita a questão: que Brasil finalmente queremos?
É então que surgem os vários projetos políticos elaborados a partir de forças sociais com seus interesses econômicos e ideológicos com os quais pretendem moldar o Brasil.
Agora, no segundo turno das eleições presidenciais, tais projetos repontam com clareza. É importante o cidadão consciente dar-se conta do que está em jogo para além das palavras e promessas e se colocar criticamente a questão: qual dos projetos atende melhor às urgências das maiorias que sempre foram as “humilhadas e ofendidas” e consideradas “zeros econômicos” pelo pouco que produzem e consomem.
Essas maiorias conseguiram se organizar, criar sua consciência própria, elaborar o seu projeto de Brasil e digamos, sinceramente, chegaram a fazer de alguém de seu meio, Presidente do pais, Luiz Inácio Lula da Silva. Foi uma virada de magnitude histórica.
Há dois projetos em ação: um é o neoliberal ainda vigente no mundo e no Brasil apesar da derrota de suas principais teses na crise econômico-financeira de 2008. Esse nome visa dissimular aos olhos de todos, o caráter altamente depredador do processo de acumulação, concentrador de renda que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. Para facilitar a dominação do capital mundializado, procura-se enfraquecer o Estado, flexibilizar as legislações e privatizar os setores rentáveis dos bens públicos.
O Brasil sob o governo de Fernando Henrique Cardoso embarcou alegremente neste barco a ponto de no final de seu mandato quase afundar o Brasil. Para dar certo, ele postulou uma população menor do que aquela existente. Cresceu a multidão dos excluídos. Os pequenos ensaios de inclusão foram apenas ensaios para disfarçar as contradições inocultáveis.
Os portadores deste projeto são aqueles partidos ou coligações, encabeçados pelo PSDB que sempre estiveram no poder com seus fartos benesses. Este projeto prolonga a lógica do colonialismo, do neo colonialismo e do globo colonialismo pois sempre se atém aos ditames dos países centrais.
José Serra, do PSDB, representa esse ideário. Por detrás dele está o agrobusiness, o latifúndio tecnicamente moderno e ideologicamente retrógrado, parte da burguesia financeira e industrial. É o núcleo central do velho Brasil das elites que precisamos vencer pois elas sempre procuram abortar a chance de um Brasil moderno com uma democracia inclusiva.
O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Sua base social é o povo organizado e todos aqueles que pela vida afora se empenharam por um outro Brasil. Este projeto se constrói de baixo para cima e de dentro para fora. Que forjar uma nação autônoma, capaz de democratizar a cidadania, mobilizar a sociedade e o Estado para erradicar, a curto prazo, a fome e a pobreza, garantir um desenvolvimento social includente que diminua as desigualdades. Esse projeto quer um Brasil aberto ao diálogo com todos, visa a integração continental e pratica uma política externa autônoma, fundada no ganha-ganha e não na truculência do mais forte.
Ora, o governo Lula deu corpo a este projeto. Produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres nunca assistido em nossa história. Representou em termos políticos uma revolução social de cunho popular pois deu novo rumo ao nosso destino. Essa virada deve ser mantida pois faz bem a todos, principalmente às grandes maiorias, pois lhes devolveu a dignidade negada.
Dilma Rousseff se propõe garantir e aprofundar a continuidade deste projeto que deu certo. Muito foi feito, mas muito falta ainda por fazer, pois a chaga social dura já há séculos e sangra.
É aqui que entra a missão de Marina Silva com seus cerca de vinte milhões de votos. Ela mostrou que há uma faceta significativa do eleitorado que quer enriquecer o projeto da democracia social e popular. Esta precisa assumir estrategicamente a questão da natureza, impedir sua devastação pelas monoculturas, ensaiar uma nova benevolência para com a Mãe Terra. Marina em sua campanha lançou esse programa. Seguramente se inclinará para o lado de onde veio, o PT, que ajudou a construir e agora a enriquecer. Cabe ao PT escutar esta voz que vem das ruas e com humildade saber abrir-se ao ambiental proposto por Marina Silva.
Sonhamos com uma democracia social, popular e ecológica que reconcilie ser humano e natureza para garantir um futuro comum feliz para nós e para a humanidade que nos olha cheia de esperança.
(*) Leonardo Boff é teólogoFonte: Carta Maior Online - 07/10/10
É então que surgem os vários projetos políticos elaborados a partir de forças sociais com seus interesses econômicos e ideológicos com os quais pretendem moldar o Brasil.
Agora, no segundo turno das eleições presidenciais, tais projetos repontam com clareza. É importante o cidadão consciente dar-se conta do que está em jogo para além das palavras e promessas e se colocar criticamente a questão: qual dos projetos atende melhor às urgências das maiorias que sempre foram as “humilhadas e ofendidas” e consideradas “zeros econômicos” pelo pouco que produzem e consomem.
Essas maiorias conseguiram se organizar, criar sua consciência própria, elaborar o seu projeto de Brasil e digamos, sinceramente, chegaram a fazer de alguém de seu meio, Presidente do pais, Luiz Inácio Lula da Silva. Foi uma virada de magnitude histórica.
Há dois projetos em ação: um é o neoliberal ainda vigente no mundo e no Brasil apesar da derrota de suas principais teses na crise econômico-financeira de 2008. Esse nome visa dissimular aos olhos de todos, o caráter altamente depredador do processo de acumulação, concentrador de renda que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. Para facilitar a dominação do capital mundializado, procura-se enfraquecer o Estado, flexibilizar as legislações e privatizar os setores rentáveis dos bens públicos.
O Brasil sob o governo de Fernando Henrique Cardoso embarcou alegremente neste barco a ponto de no final de seu mandato quase afundar o Brasil. Para dar certo, ele postulou uma população menor do que aquela existente. Cresceu a multidão dos excluídos. Os pequenos ensaios de inclusão foram apenas ensaios para disfarçar as contradições inocultáveis.
Os portadores deste projeto são aqueles partidos ou coligações, encabeçados pelo PSDB que sempre estiveram no poder com seus fartos benesses. Este projeto prolonga a lógica do colonialismo, do neo colonialismo e do globo colonialismo pois sempre se atém aos ditames dos países centrais.
José Serra, do PSDB, representa esse ideário. Por detrás dele está o agrobusiness, o latifúndio tecnicamente moderno e ideologicamente retrógrado, parte da burguesia financeira e industrial. É o núcleo central do velho Brasil das elites que precisamos vencer pois elas sempre procuram abortar a chance de um Brasil moderno com uma democracia inclusiva.
O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Sua base social é o povo organizado e todos aqueles que pela vida afora se empenharam por um outro Brasil. Este projeto se constrói de baixo para cima e de dentro para fora. Que forjar uma nação autônoma, capaz de democratizar a cidadania, mobilizar a sociedade e o Estado para erradicar, a curto prazo, a fome e a pobreza, garantir um desenvolvimento social includente que diminua as desigualdades. Esse projeto quer um Brasil aberto ao diálogo com todos, visa a integração continental e pratica uma política externa autônoma, fundada no ganha-ganha e não na truculência do mais forte.
Ora, o governo Lula deu corpo a este projeto. Produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres nunca assistido em nossa história. Representou em termos políticos uma revolução social de cunho popular pois deu novo rumo ao nosso destino. Essa virada deve ser mantida pois faz bem a todos, principalmente às grandes maiorias, pois lhes devolveu a dignidade negada.
Dilma Rousseff se propõe garantir e aprofundar a continuidade deste projeto que deu certo. Muito foi feito, mas muito falta ainda por fazer, pois a chaga social dura já há séculos e sangra.
É aqui que entra a missão de Marina Silva com seus cerca de vinte milhões de votos. Ela mostrou que há uma faceta significativa do eleitorado que quer enriquecer o projeto da democracia social e popular. Esta precisa assumir estrategicamente a questão da natureza, impedir sua devastação pelas monoculturas, ensaiar uma nova benevolência para com a Mãe Terra. Marina em sua campanha lançou esse programa. Seguramente se inclinará para o lado de onde veio, o PT, que ajudou a construir e agora a enriquecer. Cabe ao PT escutar esta voz que vem das ruas e com humildade saber abrir-se ao ambiental proposto por Marina Silva.
Sonhamos com uma democracia social, popular e ecológica que reconcilie ser humano e natureza para garantir um futuro comum feliz para nós e para a humanidade que nos olha cheia de esperança.
(*) Leonardo Boff é teólogoFonte: Carta Maior Online - 07/10/10
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Schiller - liberdade
“Liberdade não é aquela encontrada necessariamente no homem enquanto inteligência, liberdade esta que não lhe pode ser dada nem tomada; falo daquela que se funda em sua natureza mista. Quando age exclusivamente pela razão, o homem prova uma liberdade da primeira espécie; quando age racionalmente nos limites da matéria e materialmente, sob leis da razão, prova uma liberdade da segunda espécie. A segunda pode ser explicada somente por uma possibilidade natural da primeira” (Schiller)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Elemento Schiller
"Assim como um organismo pode adoecer, definhar,porque em sua química falta um determinado elemento, uma matéria de vida, uma vitamina, da mesma maneira talvez nossa economia de vida, o organismo de nossa sociedade esteja necessitando urgentemente justo deste algo indispensável, deste elemento Schiller"
(Thomas Mann)
(Thomas Mann)
´Brasil
Caros,
Eleger um Presidente, Governador, Senadores e Deputados não é um evento, uma brincadeira. Votar no Tiririca esta longe de ser Anarquista, pois tenham certeza que com ele entraram muitos idiotas incompetentes que irão afetar o bolso de todos. Então gente ignorante não reclame quem votou no Tiririca, passem fome! Pois vocês merecem.
Meu voto foi para Marina, não porque acho que ela já esteja prepara para a presidência, e sim porque não estou contente com as campanhas de Marina, Dilma e Serra, gostaria de ouvir e analisar melhor.
Alerta ao sistema ditador da imprensa: após 10 anos assinando o Estado de São Paulo, vejo um apelo para o candidato Serra, desde as escolhas das imagens e a colocação do jornal. Não aceito, então me desligo hoje não quero mais receber esse jornal que não quer ser imparcial.
Na historia política o PT sempre foi a minoria na contagem e percentuais, já o PSDB diversa vezes ganhou no primeiro turno e nunca ninguém associou isso a ditadura. Eu me recordo que a primeira vitoria de Lula, foi quase um milagre depois de tanto monopólio.
Dilma você não tem motivos para esse abatimento todo, um cargo de Presidente da Republica não é brincadeira, continue firme, sem ser arrogante de achar que deveria ganhar no primeiro turno que assim você terá meu voto.
Meu voto no PV no Ricardo Young e na Marina, que teve sua vida política inteira associada ao PT. Seu discurso que não conseguia nem explicar a seus filhos a mudança para PV. Afirmo que se o PV e a Senhora se coligarem com o Serra. Eu nunca mais voto na senhora e no PV.
Eleger um Presidente, Governador, Senadores e Deputados não é um evento, uma brincadeira. Votar no Tiririca esta longe de ser Anarquista, pois tenham certeza que com ele entraram muitos idiotas incompetentes que irão afetar o bolso de todos. Então gente ignorante não reclame quem votou no Tiririca, passem fome! Pois vocês merecem.
Meu voto foi para Marina, não porque acho que ela já esteja prepara para a presidência, e sim porque não estou contente com as campanhas de Marina, Dilma e Serra, gostaria de ouvir e analisar melhor.
Alerta ao sistema ditador da imprensa: após 10 anos assinando o Estado de São Paulo, vejo um apelo para o candidato Serra, desde as escolhas das imagens e a colocação do jornal. Não aceito, então me desligo hoje não quero mais receber esse jornal que não quer ser imparcial.
Na historia política o PT sempre foi a minoria na contagem e percentuais, já o PSDB diversa vezes ganhou no primeiro turno e nunca ninguém associou isso a ditadura. Eu me recordo que a primeira vitoria de Lula, foi quase um milagre depois de tanto monopólio.
Dilma você não tem motivos para esse abatimento todo, um cargo de Presidente da Republica não é brincadeira, continue firme, sem ser arrogante de achar que deveria ganhar no primeiro turno que assim você terá meu voto.
Meu voto no PV no Ricardo Young e na Marina, que teve sua vida política inteira associada ao PT. Seu discurso que não conseguia nem explicar a seus filhos a mudança para PV. Afirmo que se o PV e a Senhora se coligarem com o Serra. Eu nunca mais voto na senhora e no PV.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Teatro do Incêndio realiza atividades públicas em ocupação cênica na oficina cultural Oswald de Andrade.
Como parte do projeto de ocupação cênica da Oficina Cultural Oswald de Andrade, a Cia. Teatro do Incêndio abre seu processo de trabalho de pesquisa sobre a obra de Friedrich Schiller com palestras, oficinas, ensaio aberto e leituras públicas.As atividades fazem parte do projeto “Joana d´Arc”, novo espetáculo do grupo com estreia prevista para o início de 2011.Fazem parte da programação palestras sobre Joana d´Arc na obra de Schiller e o processo de criação do grupo, ministradas por Mario Vitor Santos, diretor da Casa do Saber e Marcelo Marcus Fonseca, diretor do Teatro do Incêndio e oficinas de Interpretação, Música para Teatro, máscaras e adereços e a “minioficina” Teatro Educação, a Formação de Público na Escola, ministradas pelos integrantes do grupo, Liz Reis, João Urbílio, Wanderley Mantins, Ivon Mendes e Záira B. Alves. Paralelamente acontecerá uma curta temporada da peça “Lição de Botânica”, de Machado de Assis, projeto de formação de público da Cia. e ensaio aberto do espetáculo “Joana d´Arc”, de Schiller.A Cia, Teatro do Incêndio completa 10 anos em 2010 e conta com o apoio da Oficina Cultural Oswald de Andrade para a realização de seu trabalho de pesquisa, dividindo seu método de treinamento com interessados que podem se inscrever para as oficinas, debates e ensaios obra resultante desse período de trabalho. Para conhecer melhor o histórico do grupo visite o site http://www.teatrodoincendio.com.br/A programação completa, com dias e horários pode ser conferida no site do grupo ou na Oficina Cultural Oswald de Andrade que fica no Bom Retiro na Rua Três Rios, 363, ao lado do metrô Tiradentes
De 9/11 a 30/11 às 19 h. Terças-feiras.
- Ciclo de Leituras Públicas:
HENRIQUE VI, de Shakespeare (Trecho);
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
JOANA D´ARC ENTRE AS CHAMAS, de Paul Claudel;
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
SANTA JOANA, de Bernard Shaw;
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
AS VISÕES DE SIMONE MACHARD, de Bertolt Brecht
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
- Palestras e debates com Mario Vitor Santos (diretor da Casa do Saber), Marcelo Marcus Fonseca (diretor do Teatro do Incêndio) e convidados especiais.
Dias : 7/12 e 14/12 às 19 h
OFICINAS:
OFICINA DE MÁSCARAS E ADEREÇOS, coordenação de Ivon Mendes
Na oficina cada aluno irá produzir ao menos três máscaras; uma máscara neutra e duas expressivas; usando técnicas de papelagem, a partir de moldes de gesso e argila. Vários adereços serão produzidos por grupos de alunos de acordo com a técnica proposta. As máscaras e os adereços confeccionados na oficina serão usados na produção do espetáculo “Joana d’Arc, A Donzela de Orleans”. O professor, mascareiro e aderecista Ivon Mendes coordenará toda a criação, sob a orientação do diretor do espetáculo Marcelo Marcus Fonseca.
Além de experimentar a prática da produção das peças para a montagem deste espetáculo, os participantes também irão conhecer outras diversas técnicas de confecção de máscaras e adereços teatrais; e assim descobrir um universo de possibilidades que poderá ser pesquisado e explorado tecnicamente e esteticamente.
Objetivo:
O objetivo é apresentar uma oficina que dê aos alunos condições de:
-Reconhecer a relação das máscaras e dos adereços com a interpretação, a caracterização dos personagens e a concepção estética de um espetáculo.
-Conhecer quais os materiais e como estes são utilizados na produção das máscaras e adereços teatrais.
-Descobrir as possibilidades e funções das máscaras e dos adereços no teatro.
Vagas: 15
De: 19/10 a 14/12
OFICINA DE INTERPRETAÇÃO
Coordenação de Liz Reis
Com enfoque no aprimoramento da expressão corporal/vocal e na interpretação de texto, visando desenvolver as habilidades técnicas do ator/aluno, expandindo seu repertório. Com base em exercícios realizados pelo próprio grupo e estudos de teorias de Bertolt Brecht e Antonin Artaud, o objetivo é propiciar um material rico em referências, dividindo com os participantes nossos métodos para composição cênica do ator, agregando ao final do período de estudos, os que demonstrarem interesse em participar do trabalho de pesquisa do grupo, mas qualidade artística para isso.
Vagas: 15
Quartas feiras de 13/10 a 1 /12
Das 14 as 16:30 h
OFICINA DE MUSICA E CANTO DE CENA, coordenação João Urbílio
Música e Som no Teatro
Ao longo da oficina, serão selecionados textos que serão estudados de forma rotativa, na qual os atores/alunos se revezarão na experimentação cênico-musical para expor o enredo com definições claras de foco, conteúdo, ritmo e partitura. O canto (ou a palavra cantada) fará parte do programa, explicitando a diferença do cantor para o ator-cantor, aquele que diz o texto acima da melodia.
Vagas: 15
Segundas das 16 às 20 H
De 18/10 a 6/12
Workshop: Música de cena em Brecht : Wanderley Martins
25/10 e 29/11
Vagas 20
Das 19 às 21h
AULA ABERTA:TEATRO-EDUCAÇÃO, A FORMAÇÃO DE PÚBLICO NA ESCOLA. Público-alvo: professores de todos os níveis de ensino, de todos os componentes curriculares, de escolas públicas ou privadas, e estudantes universitários de cursos de licenciatura em qualquer disciplina. Descrição geral do curso e objetivos: Vivência de propostas que desenvolvam o Ver, Ler e Fazer (escrever, interpretar, encenar...) Teatro, que possam ser trabalhadas com os alunos na escola. Ou seja:- Assistir a um espetáculo indicado e realizar atividades que explorem a capacidade de atenção, observação, compreensão, interpretação e fruição do espectador crítico de Teatro. - Ler o texto dramático correspondente e realizar atividades que explorem a capacidade de atenção, observação, compreensão, interpretação e fruição do leitor crítico do gênero dramático. - Improvisar cenicamente a partir de situação extraída da peça lida e/ou vista.- Escrever um texto dramático breve (cena), com base nesse improviso.- Esboçar uma encenação a partir do texto e apresentá-la.- Identificar, em cada uma das etapas, a viabilização, adequação e objetivos das atividades para cada nível de ensino e cada componente curricular.
- Dia e horário: sábado, manhã, das 10h às 13h e à tarde: das 14 às 18h (7horas)
- Datas:
1ª oficina: 13 de novembro
2º oficina: 04 de novembro
3ª oficina: 11 de dezembro
- Nº de vagas: quinze (15) para cada oficina.
Critérios de inscrição: primeiros inscritos com comprovante: professores e/ou estudantes de cursos de licenciatura. Cada inscrito escolhe um (1) dos dias indicados. - Critérios de seleção (1ª etapa da Oficina, no próprio dia: itens 1 e 2 abaixo):
1- a- Assistência ao espetáculo Lição de Botânica, de Machado de Assis. (em cartaz na Oswald: sábados, às 20h, de 30/10 a 20/11 ). E/OU 1- b- Leitura de Panos de Lendas, de Vladimir Capella e José Geraldo Rocha (Letras e Letras / 3105-3269/3105- 2206) e assistência ao espetáculo correspondente: Teatro Juca Chaves - Rua João Cachoeira, 899, 1º piso, Itaim Bibi - Supermercado Extra 11 3073-0044 / 3168-2015, sábados, 16 horas, até 29/11. 2- Leitura de Lição de Botânica, de Machado de Assiswww.biblio.com.br/.../MachadodeAssis/mlicaodebotanica.htm /
30 /10,6,13,27/11 - Sábados às 20 h
- Curta temporada de “Lição de Botânica” de Machado de Assis.
10/12
ENSAIO ABERTO JOANA D´ARC.
Serviço:
“Ocupação Cênica do Teatro do Incêndio”
Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – Metrô Tiradentes
Informações: 3221 4704
De 4 de outubro a 19 de dezembro
Inscrições a partir de 4 de outubro
De 9/11 a 30/11 às 19 h. Terças-feiras.
- Ciclo de Leituras Públicas:
HENRIQUE VI, de Shakespeare (Trecho);
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
JOANA D´ARC ENTRE AS CHAMAS, de Paul Claudel;
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
SANTA JOANA, de Bernard Shaw;
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
AS VISÕES DE SIMONE MACHARD, de Bertolt Brecht
Elenco: Cia Teatro do Incêndio
- Palestras e debates com Mario Vitor Santos (diretor da Casa do Saber), Marcelo Marcus Fonseca (diretor do Teatro do Incêndio) e convidados especiais.
Dias : 7/12 e 14/12 às 19 h
OFICINAS:
OFICINA DE MÁSCARAS E ADEREÇOS, coordenação de Ivon Mendes
Na oficina cada aluno irá produzir ao menos três máscaras; uma máscara neutra e duas expressivas; usando técnicas de papelagem, a partir de moldes de gesso e argila. Vários adereços serão produzidos por grupos de alunos de acordo com a técnica proposta. As máscaras e os adereços confeccionados na oficina serão usados na produção do espetáculo “Joana d’Arc, A Donzela de Orleans”. O professor, mascareiro e aderecista Ivon Mendes coordenará toda a criação, sob a orientação do diretor do espetáculo Marcelo Marcus Fonseca.
Além de experimentar a prática da produção das peças para a montagem deste espetáculo, os participantes também irão conhecer outras diversas técnicas de confecção de máscaras e adereços teatrais; e assim descobrir um universo de possibilidades que poderá ser pesquisado e explorado tecnicamente e esteticamente.
Objetivo:
O objetivo é apresentar uma oficina que dê aos alunos condições de:
-Reconhecer a relação das máscaras e dos adereços com a interpretação, a caracterização dos personagens e a concepção estética de um espetáculo.
-Conhecer quais os materiais e como estes são utilizados na produção das máscaras e adereços teatrais.
-Descobrir as possibilidades e funções das máscaras e dos adereços no teatro.
Vagas: 15
De: 19/10 a 14/12
OFICINA DE INTERPRETAÇÃO
Coordenação de Liz Reis
Com enfoque no aprimoramento da expressão corporal/vocal e na interpretação de texto, visando desenvolver as habilidades técnicas do ator/aluno, expandindo seu repertório. Com base em exercícios realizados pelo próprio grupo e estudos de teorias de Bertolt Brecht e Antonin Artaud, o objetivo é propiciar um material rico em referências, dividindo com os participantes nossos métodos para composição cênica do ator, agregando ao final do período de estudos, os que demonstrarem interesse em participar do trabalho de pesquisa do grupo, mas qualidade artística para isso.
Vagas: 15
Quartas feiras de 13/10 a 1 /12
Das 14 as 16:30 h
OFICINA DE MUSICA E CANTO DE CENA, coordenação João Urbílio
Música e Som no Teatro
Ao longo da oficina, serão selecionados textos que serão estudados de forma rotativa, na qual os atores/alunos se revezarão na experimentação cênico-musical para expor o enredo com definições claras de foco, conteúdo, ritmo e partitura. O canto (ou a palavra cantada) fará parte do programa, explicitando a diferença do cantor para o ator-cantor, aquele que diz o texto acima da melodia.
Vagas: 15
Segundas das 16 às 20 H
De 18/10 a 6/12
Workshop: Música de cena em Brecht : Wanderley Martins
25/10 e 29/11
Vagas 20
Das 19 às 21h
AULA ABERTA:TEATRO-EDUCAÇÃO, A FORMAÇÃO DE PÚBLICO NA ESCOLA. Público-alvo: professores de todos os níveis de ensino, de todos os componentes curriculares, de escolas públicas ou privadas, e estudantes universitários de cursos de licenciatura em qualquer disciplina. Descrição geral do curso e objetivos: Vivência de propostas que desenvolvam o Ver, Ler e Fazer (escrever, interpretar, encenar...) Teatro, que possam ser trabalhadas com os alunos na escola. Ou seja:- Assistir a um espetáculo indicado e realizar atividades que explorem a capacidade de atenção, observação, compreensão, interpretação e fruição do espectador crítico de Teatro. - Ler o texto dramático correspondente e realizar atividades que explorem a capacidade de atenção, observação, compreensão, interpretação e fruição do leitor crítico do gênero dramático. - Improvisar cenicamente a partir de situação extraída da peça lida e/ou vista.- Escrever um texto dramático breve (cena), com base nesse improviso.- Esboçar uma encenação a partir do texto e apresentá-la.- Identificar, em cada uma das etapas, a viabilização, adequação e objetivos das atividades para cada nível de ensino e cada componente curricular.
- Dia e horário: sábado, manhã, das 10h às 13h e à tarde: das 14 às 18h (7horas)
- Datas:
1ª oficina: 13 de novembro
2º oficina: 04 de novembro
3ª oficina: 11 de dezembro
- Nº de vagas: quinze (15) para cada oficina.
Critérios de inscrição: primeiros inscritos com comprovante: professores e/ou estudantes de cursos de licenciatura. Cada inscrito escolhe um (1) dos dias indicados. - Critérios de seleção (1ª etapa da Oficina, no próprio dia: itens 1 e 2 abaixo):
1- a- Assistência ao espetáculo Lição de Botânica, de Machado de Assis. (em cartaz na Oswald: sábados, às 20h, de 30/10 a 20/11 ). E/OU 1- b- Leitura de Panos de Lendas, de Vladimir Capella e José Geraldo Rocha (Letras e Letras / 3105-3269/3105- 2206) e assistência ao espetáculo correspondente: Teatro Juca Chaves - Rua João Cachoeira, 899, 1º piso, Itaim Bibi - Supermercado Extra 11 3073-0044 / 3168-2015, sábados, 16 horas, até 29/11. 2- Leitura de Lição de Botânica, de Machado de Assiswww.biblio.com.br/.../MachadodeAssis/mlicaodebotanica.htm /
30 /10,6,13,27/11 - Sábados às 20 h
- Curta temporada de “Lição de Botânica” de Machado de Assis.
10/12
ENSAIO ABERTO JOANA D´ARC.
Serviço:
“Ocupação Cênica do Teatro do Incêndio”
Oficina Cultural Oswald de Andrade
Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – Metrô Tiradentes
Informações: 3221 4704
De 4 de outubro a 19 de dezembro
Inscrições a partir de 4 de outubro
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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